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Psicologia Positiva na Gestão de Pessoas em um Mundo VUCA e BANI

O artigo destaca os desafios contemporâneos do mundo VUCA X BANI, bem como, a conexão entre a Psicologia Positiva e maneiras de aplicá-la na Gestão de Pessoas no momento atual.

O que é um mundo “VUCA” x “BANI”?

Atualmente, a maior parte dos gestores estão sobrecarregados e aflitos em não cumprir suas responsabilidades.

Eles estão encarando um processo crescente em diversas direções, com desafios que não cessam de crescer em tamanho e escopo.

Muitos desses gestores não conhecem o mundo VUCA ou BANI, mas, todos padecem com isso.

Liderar hoje, na presença do VUCA ou BANI, talvez seja um dos maiores desafios que eles e suas equipes enfrentam nas suas empresas.

O acrônimo VUCA foi introduzido pela primeira vez no início dos anos 90 pelo US Army War College, para se referir ao mundo multilateral que surgiu após o fim da Guerra Fria.

Esse conceito foi aprimorado e baseado, também, nas teorias de Warren Bennis e Burt Nanus.

No contexto empresarial, esse conceito deslanchou após a crise financeira global de 2008 e 2009.

Entretanto, essas idéias, também, ainda se aplicam ao ambiente de negócios atual – trazendo novos desafios, tanto para os profissionais, quanto para as empresas.

VUCA descreve um ambiente de negócios marcado por ser:

Volátil: a mudança é violenta e irrefreável – as transformações mudam – no tipo, velocidade, volume e escala.

Incerto:  não temos como prever acontecimentos futuros com precisão – tudo é aleatório, atrapalhando o planejamento.

Complexo:  sem uma vinculação aberta entre causa e efeito – as coisas muitas vezes podem parecer caóticas e confusas, prejudicando as empresas.

Ambíguo:  a carência de exatidão e a existência de diversas definições nas condições que nos cercam, dificulta discriminar qual é a causa raiz de um problema.

Hoje em dia necessitamos trabalhar com uma mentalidade diferente, onde não temos que focar no que é provável, mas, no que é possível.

Afinal, com a criação do novo conceito de Mundo BANI —  pelo antropólogo e futurista Jamais Cascio — esse panorama se transforma muito mais.

O conceito apareceu pela primeira vez em 2018, antes da pandemia do COVID, mas, o que vivemos precipitou a transformação digital e esse novo acrônimo ganhou mais sentido.

Da volatilidade, vai para um mundo frágil; da incerteza para a ansiedade; da complexidade para a não-linearidade e da ambiguidade para incompreensão.

Vejamos:

B – Brittle (Frágil) – o mundo frágil antecipa problemas e precisa de soluções adequadas para um empreendimento persistir no caos;

A – Anxious (Ansiedade) – a mudança constante provoca falta de controle, insegurança e medo;

N – Nonlinear (Não-linearidade) – algo não linear pode transformar pequenas ou grandes decisões (e não decisões) em resultados arrasadores;

I – Incomprehensible (Incompreensível) – a busca de respostas para tudo, pode trazer aquelas extraídas por dados, o que pode trazer confusão.

Como se organizar para isso? Porque modificar nossa mentalidade? Como lidar com uma gestão na era do imprevisível?

A Importância da Psicologia Positiva nas Organizações

A Psicologia Positiva, movimento científico que redefiniu e expandiu o campo da Psicologia, em 1998, pode ajudar a transformar seu trabalho nesse mundo VUCA e BANI

Seu foco é melhorar a felicidade e ajudar os seres humanos a desenvolverem uma vida próspera e cheia de propósito, de acordo com Mihaly Csikszentmihalyi e Martin Seligman, psicólogos especialistas deste campo.

Eles salientam que o ramo da Psicologia Positiva conseguirá promover intervenções eficazes para que comunidades, indivíduos e círculos sociais de todos os tipos prosperem.

O modelo P.E.R.M.A. (Seligman,2012), pode ser uma boa escala de medida da qualidade do ambiente e do bem-estar dos colaboradores nos mundos VUCA e BANI.

PERMA é um acrônimo que essencialmente significa: emoção positiva, engajamento, relacionamentos, significado e realizações, que quando bem trabalhados levam ao bem-estar.

Vamos entender o modelo:

P= Emoções Positivas – constroem repertório de pensamentos e ações para conseguir resiliência em momentos adversos;

E= Engajamento – energia; dedicação, integração com atividades/ grupos ou organizações, confiança nas pessoas e no ambiente – são bons preditores desse fator;

R= Relacionamentos Positivos – inclusão, network, intimidade e participação no desenvolvimento de outros trazem satisfação no trabalho, contribuindo para a colaboração entre equipes/áreas e são um fator de retenção de colaboradores;

M= Significado (Meaning) – a conexão de nosso propósito com o cotidiano do trabalho traz repercussões para o ambiente e equipe de trabalho;

A= Realizações (Accomplishment) – um alto índice de realização, geralmente, vem acompanhado com uma sensação de autonomia e auto eficácia.

Logo, é possível através da escala PERMA, propor uma revisão de processos que ajudem a estimular sua aplicação, incorporados não em um programa de desenvolvimento, mas, no dia-a-dia da organização.

Isso, no que lhe concerne, melhora as relações entre as pessoas e amplia suas habilidades e criatividade, tão difíceis de se desenvolver no mundo VUCA e BANI.

Como a Psicologia Positiva se aplica à Gestão de Pessoas?

A Psicologia Positiva pode ajudar a área de Gestão de Pessoas a conectar colaboradores com aqueles ao seu redor, de maneira positiva, driblando o mundo VUCA e BANI, algumas ações que a serem feitas:

  • incentivar emoções positivas para melhoria de desempenho em diferentes trabalhos;
  • estimular comemorações – para celebrar eventos, sucessos ou conquistas pessoais a fim de aumentar emoções positivas e fortalecer conexões na organização;
  • realizar ações pequenas e simples para melhorar o moral dos funcionários;
  • impulsionar gestores a darem feedback positivo ou analisar metas junto às equipes sobre quais pontos fortes ajudaram cada pessoa a alcançar um bom resultado;
  • criar oportunidades significativas, ou seja, tarefas cotidianas alinhadas com valores pessoais, propósito e significado no trabalho;

Enfim, quando uma cultura organizacional é baseada na positividade – a inovação, a produtividade e a criatividade são abundantes, apesar do Mundo VUCA e BANI.

Contate a consultoria MRojas Talentos Humanos que encoraja empresas e profissionais a irem mais longe.

Esperamos que você tenha gostado de ler este artigo e adoraríamos ouvir dicas suas nos comentários!

Eliana Ozores — Ma. em Comunicação — ECA/USP

#psicologiaorganizacional #psicologiapositiva #mundoVUCA #mundoBANI #liderança positiva #gestãodepessoas

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Gestores exaustos conduzindo equipes cansadas – o que pode mudar esse cenário?

O artigo vai pincelar os principais sinais de problemas de gestores e equipes estafadas e sugerir mudanças, para que cada um possa verificar o quão bem (ou mal) se encontra no período atual.

Como identificar sinais de exaustão em gestores e equipes

Os gestores e suas equipes vivem um momento organizacional onde podem ter muitas perguntas, mas, têm uma falta muito grande de respostas aos seus anseios emocionais:

. Que eu faço com o meu medo?

. Como conviver com a minha ansiedade?

. Que eu faço com meus sentimentos e os da minha equipe?

Imagine que as coisas não estão indo bem com sua equipe, mas, você enquanto líder exausto não tem mais a capacidade de se importar com os problemas e necessidades da equipe, apenas tem a sensação de que algo está fora do lugar.

Você está ligado, mas, tem dificuldade em tomar decisões, em manter o foco e de raciocinar pelo cansaço, ou seja, sua empatia parece embotada.

Em tal caso, a neurociência organizacional nos alerta que a empatia consome muita energia cerebral.

Afinal, você precisa considerar todos de uma situação (e decisão) e como seu cérebro está no modo defesa/preservação – lidar com os problemas dos outros pode lhe trazer maior irritação.

Os principais sintomas de exaustão mental dos gestores e seus colaboradores no momento atual, tanto em homens como mulheres, são muito parecidos com: ter dificuldade para dormir, dores de cabeça, problemas gastrointestinais, falta de ar, diminuição de foco e concentração, irritabilidade e apatia.

O líder que se encontra com este quadro, acabará tendo um reflexo na equipe, mais cedo ou tarde – tais como, queda de produtividade, aumento de taxas de afastamento e de presenteísmo.

Entre as competências mais valorizadas nas lideranças organizacionais atualmente estão a resiliência, o alinhamento com a estratégia empresarial, a empatia e gestão humanizada.

Do mesmo modo, para as empresas o que realmente torna uma equipe bem-sucedida é ter muita expertise atualizada e objetivos muito claros.

Como você e sua equipe conseguirão mostrar essas competências tão apreciadas e até mesmo, serem resilientes, com uma sobrecarga sem fim emocional dos últimos anos de pandemia?

Lembre-se que ser resiliente é ter a capacidade emocional de viver situações críticas estrategicamente.

Como manter o equilíbrio entre vida profissional e pessoal, períodos de descanso, sono de qualidade, entendimento sobre como o estresse age no próprio corpo e maneiras de gerenciar crises de ansiedade?

Uma cultura organizacional coerente, que esteja em consonância com seu time, colabora e é primordial para manter este equilíbrio.

Ou seja, a capacidade de resiliência, também, ocorre como uma das variáveis da história da cultura da sua empresa.

Qual é a cultura da sua organização em torno de preservar a saúde mental de colaboradores?

Prevenção do esgotamento mental entre líderes e liderados

Pesquisas recentes mostram que a redução da exaustão emocional e o burnout ocorrem, efetivamente, quando existe mudança nas práticas empresariais que estão apoiando a existências desses problemas socioemocionais.

Entre as más práticas de gestão empresarial que produzem exaustão, destaca-se o excesso de demandas sem recursos adequados; sobrecarga de trabalho; carência de autonomia de decisões; processo organizacionais numerosos e lentos, entre outros.

Assertivamente, a base que tornará   produtivos, você e sua equipe é a confiança mútua, depois vem a capacidade de lidar com o conflito, a aceitação da responsabilidade, o compromisso e, finalmente, o foco no resultado geral.

Mas, quando há colaboradores na equipe que, não se importam, se ela é bem-sucedida ou não, então mais cedo ou mais tarde a equipe se distanciará entre si e do gestor.

Agora, pense quanta mudança um grupo individual ou organização pode suportar?

É importante que você enquanto gestor reforce nessa busca os aprendizados anteriores de vida pessoal e profissional, fundamentais para poder começar a dar os primeiros passos.

Isso não vai resolver todas as questões; não vai responder todas as dúvidas de viver bem, mas poderá lhe colocar em um novo caminhar e a sua liderança será bastante relevante em relação a isso.

Da mesma forma, se você tem um histórico de mudanças realmente positivas, propositais e bem-sucedidas, uma boa estrutura organizacional potencializará isso, também.

Está ficando muito claro nas pesquisas organizacionais que, quando compartilhamos nossas visões, garantimos que as pessoas entendam a necessidade de mudança voltando-se à conscientização na ação.

Por que isso agora? E se nós não o fizermos, quais são os riscos e o custo de não mudar ou não mudar bem?

Em outras palavras, se as dificuldades nunca são reveladas, ou tudo o que existe é simplesmente escondido – em algum momento tudo poderá emergir, até de uma forma explosiva

Abrimos espaço em nosso mundo para transformações, quando acreditamos na mudança,quando as pessoas têm mais capacidade para lidar com elas individualmente, suas competências aumentam.

Então pense na sua capacidade de mudança e de sua equipe.

Talvez a natureza da mudança possa ser sinalizada de forma que você possa sequenciá-la ou minimizá-la ou escaloná-la ou posso comunicá-la.

E claro, quanto mais eficaz o gerenciamento de mudanças estiver em cada um dos colaboradores que compõe a sua equipe, eles se tornarão mais disruptivos, certo?

Quando o gestor é visto como parte da equipe, defende os seus interesses, promove propósito e senso de pertencimento, vai haver sempre o estímulo de criar uma identidade de equipe e, assim, você estará contribuindo para a prevenção do esgotamento mental entre liderados.

Lembre-se que a MRojas Talentos Humanos (www.mrojas.com.br) está sempre à sua disposição.

Por fim, você está procurando saber como os seus colaboradores estão se sentindo ultimamente?

Eliana Ozores — Ma. em Comunicação — ECA/USP

#gestaodepessoas, #gestaohumanizada #burnout #desenvolvimentoorganizacional #saúdemental #trabalho

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Trabalho híbrido virou tendência para empresas e colaboradores?

Neste artigo vamos mostrar que, gradualmente, as empresas estão aderindo ao trabalho híbrido– mas, afinal, o que é isso, como funciona, quais são as vantagens e também, como pensar no bem-estar do colaborador.

Em que consiste o formato híbrido no trabalho? 

Diante das inúmeras dificuldades enfrentadas pela pandemia da COVID-19 as empresas precisaram se reinventar para manter as suas fusões e principalmente os seus colaboradores foi aí que ganhou força o home office.

Com o avanço do controle da doença, muitos voltaram a trabalhar nas empresas, mas, muita gente continuou trabalhando de casa, daí surgiu com entusiasmo o modelo híbrido que pode ser concretizado no escritório físico da empresa ou em um espaço de trabalho em qualquer lugar que o colaborador trabalhe em determinado momento ou em um escritório doméstico, vem sendo usada para preservar a produtividade da empresa e sua rentabilidade.

Concretamente, o modelo híbrido consiste em uma organização mista entre trabalho presencial e remoto, a prática está mostrando que não se trata de meio trabalho ou atividade extra, mas de um serviço em boa e devida forma, com alto valor agregado.

Atenção, o modelo híbrido, não é totalmente digital, a fim de manter o contato humano e direto onde (e quando) for necessário.

Mas, será que esse modelo híbrido funciona mesmo?

À medida que as coisas foram tranquilizando, os profissionais gostaram de ficar em casa, mas não queriam ficar totalmente reclusos, então, começaram a sugerir possibilidades de voltar de forma híbrida às empresas.

As empresas começaram a fazer escalas, para evitar aglomeração e evitar que todos estivessem no mesmo dia na empresa, por um lado.

Outras, entenderam ser uma vantagem para o colaborador estar em casa e o híbrido virou essa coisa mesclada.

Afinal, atende uma demanda do colaborador de satisfação com o trabalho, de liberdade, de um ambiente de confiança, onde se sentindo mais livre, a produtividade dele é muito melhor.

Quais as vantagens desse formato híbrido para a empresa e os colaboradores?

As organizações estão operando com poupanças consideráveis, com redução de custos com a infraestrutura dentro desse modelo.

Se a empresa híbrida for sustentável, admite até diminuir o espaço dos escritórios, pois, eles podem acomodar mais funcionários em sistema de rodízio.

O trabalho híbrido costuma se centrar nos resultados e não na supervisão dos colaboradores que, devem se tornar mais autónomos e responsáveis.

O home office é interessante para os colaboradores, pois, podem organizar o seu próprio tempo, por vezes ganhar mais tempo livre, evitando deslocações, para não mencionar a economia nos custos de transporte.

Por outro lado, essa abordagem iguala o acesso ao mercado de trabalho para pessoas até agora desfavorecidas: aqueles que moram longe ou sem meios de transporte, mães e pessoas com deficiência motora.

Outro benefício para o colaborador, é poder ir para a empresa numa sala de coworking, onde pode ter contato social, rever as pessoas, quando tiver oportunidade e ter a chance de não ficar só em casa.

As empresas também ganham com isso e os benefícios não são só econômicos, afinal passar a ter facilidade de expansão na sua rede de colaboradores, com contratação nacional e internacional de colaboradores.

Outro benefício, é, também, ter funcionários mais motivados, mais engajados, mais confortáveis, inclusive com acompanhamento dos seus animais de estimação.

A maioria das empresas que aderem a essa modalidade, disponibiliza a estrutura necessária para que os colaboradores tenham as mesmas condições que teriam trabalhando de forma presencial.

Algumas empresas estão disponibilizando equipamentos – notebook, mesa e cadeira – pensando numa boa ergonomia, outras estão fornecendo auxílio com os custos de água, luz e internet.

Entretanto, mesmo de longe, a qualidade do trabalho é avaliada, afinal, os colaboradores devem ser constantemente municiados com feedback.

Isso significa fazer reuniões diárias ou semanais – ter contato constante para troca de informações assertivas por parte dos gestores.

A qualidade de vida do colaborador é muito melhor, pois, consegue mais calma para fazer seus afazeres, cuidar melhor de si, em um ambiente confortável.

Muitas vezes, o teletrabalho foi considerado uma forma de privilégio, de extravagância para alguns, mas, agora temos uma legislação especifica para o formato híbrido.

Partindo das primeiras avaliações, observações, o primeiro pensamento que vem à mente é que, o teletrabalho tem um grande futuro pela frente.

Desde que realmente muito bem organizado, muito bem explicado e apoiado pelos Estados em seu sistema de direito do trabalho – para contratar colaboradores por jornada ou por produção, ou tarefa – pelos empregadores de uma organização.

Sobre o bem-estar dos colaboradores no trabalho hibrido

As equipes de Gestão de Pessoas e os gestores necessitam fazer averiguações regulares sobre a saúde dos colaboradores: reuniões regulares “1 a 1”, inquéritos de satisfação uma ou duas vezes por ano, trocas informais…

Também, devem usar métodos qualitativos e quantitativos para aferir o estado mental dos colaboradores e para examinar se todos permanecem em sintonia.

A partir dessas análises regulares, os colaboradores podem falar sobre problemas diários.

Entretanto, lembremos que o gerenciamento remoto difere do gerenciamento tradicional e que nem todos apreendem as dificuldades do mesmo jeito.

É por isso que as organizações podem e devem realizar treinamentos internos, ou mesmo contratar organizações externas especializadas na área.

Também é importante dar aos colaboradores um espaço de expressão para aumentar seu sentimento de pertencimento.

De fato, muitas vezes é mais difícil avaliar o bem-estar à distância e garantir que os colaboradores estejam totalmente integrados às discussões estratégicas que lhes dizem respeito.

Permitir que eles participem da tomada de decisões da equipe, ou mesmo de toda a empresa, é um sinal de forte integração.

A MRojas Talentos Humanos ajuda as empresas a aproveitar ao máximo o trabalho hibrido em seu espaço, sem excessos.

Listamos a seguir, alguns das principais dificuldades que a equipe especializada da consultoria pode lhe ajudar a resolver – entre em contato pelo site www.mrojas.com.br para saber mais:

. realizar recrutamento e seleção de acordo com o fit cultural da empresa, conseguindo a busca de profissionais com aderência, não só técnica, como, também, comportamental;

. proporcionar o autoconhecimento através de assessment, cujos dados serão de grande valia tanto para o colaborador como para própria empresa na tomada de suas decisões;

. envolver a equipe na qualificação e requalificação para manter o envolvimento dos colaboradores;

. projetar programas de inclusão, diversidade e equidade para atrair e reter equipes de alto desempenho.

E, aí, pronto para seguir essa tendência?

Eliana Ozores — Ma. em Comunicação — ECA/USP

#trabalhohibrido, #trabalhoremoto, #homeoffice, #empreededorismo, #gestaodepessoas, #desenvolvimento

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Trabalho multigeracional em tempos de employee experience

Este artigo compartilha ideias sobre o desenvolvimento do desempenho de colaboradores de gerações diferentes no local de trabalho atrelado a dicas de employee experience.

Trabalho Multigeracional no futuro do trabalho

O trabalho multigeracional estabelece uma nova forma de pensar a gestão de pessoas, onde gestores buscam aperfeiçoar a produtividade do trabalho e a inovação.

Afinal, hoje é comum que existam nas empresas quatro a cinco gerações trabalhando lado a lado.

Como age essa força de trabalho multigeracional, de maneira geral?

Tradicionalistas: (Veteranos ou Geração Silenciosa) permanecem na mesma empresa durante toda a sua carreira, sendo que a maioria se encontra aposentada ou trabalha menos horas;

Baby Boomers: são “Workaholics”, que redefiniram as normas e valores tradicionais;

Geração X: são autônomos e descrentes, buscam equilíbrio entre vida profissional e pessoal;

Millennials: (Geração Y) querem novas experiências, trabalham melhor em equipe e exigem feedback constante;

Geração Z: digitalmente experientes e bem conectados.

Algumas dicas para gerenciar com sucesso esse time multigeracional:

. evite estereótipos, assim, evita ressentimentos e não prejudica a cultura organizacional;

. envolva-se ativamente, se engaje com a equipe, assim, você cria confiança e constrói vínculos, prestando atenção às suas necessidades individuais;

. feedback constante – flexibilidade e aceitação da mudança são componentes-chave nessa gestão;

. estabeleça e promova a comunicação interna – vá além do esforço calculado e use tecnologia, quando preciso.

Employee experience é uma via de mão dupla

Quando falamos em experiência do colaborador ou employee experience – abreviada com a sigla EX, analisamos toda a sua jornada na organização.

A jornada se desenvolve em quatro processos principais: recrutamento, onboarding de colaboradores (programa de integração), avaliação de desempenho e offboarding (coleta de feedback de colaboradores)

Para lidar com o processo da  jornada de colaboradores em uma equipe multigeracional, a primeira dica é entender qual o desafio de negócio que estamos resolvendo quando desenhamos a experiência do colaborador, para realizar ações assertivas.

A segunda dica é questionar se a tecnologia vai ajudar esse processo – é importante termos consciência sobre qual o benefício que ela trará para o processo.

A terceira dica é começar com pequenas ações – situações -piloto não são perda de tempo, porque ajudam a ajustar o tempo necessário para ampliar esse projeto para toda a empresa.

As organizações estão precisando de colaboradores com novas habilidades: mentalidade empreendedora, capacidade de resposta à mudança, vontade de inovar.

Para tanto, gestores e empregadores devem reformular sua abordagem de como se relacionam com seus colaboradores multigeracionais.

Colocar a experiência total do colaborador no centro do processo, produz uma abordagem muito diferente, além de aumentar as vantagens para engajar cada um no local de trabalho.

Quando os colaboradores multigeracionais estão engajados: são mais resilientes, têm maior autonomia, mantendo a empresa em alto nível de desempenho, mesmo durante tempos difíceis.

Portanto, atualmente, engajamento é uma vantagem competitiva, que diz algo sobre sua marca de emprego e sua cultura organizacional.

Tudo pode começar com um ambiente de trabalho envolvente onde as pessoas sentem que estão se desenvolvendo e fazem parte de uma cultura importante e significativa.

Aprendizado e desenvolvimento é o que mantém os colaboradores multigeracionais conectados hoje e confiantes em suas habilidades do dia-a-dia.

Gestores devem qualificar sua equipe multigeracional de forma eficaz, para conseguirem trabalhar bem juntos e se comunicar de forma eficaz.

Também, devem fornecer treinamento individual, treinamento ad hoc e webinars.

Um plano de desenvolvimento dos colaboradores multigeracionais é importante para garantir o desempenho e a produtividade da organização

Faça com que cada geração se sinta responsável em fazer o que for necessário para alcançar as metas e objetivos organizacionais.

Considere essas ideias e dicas úteis, incrementando o desenvolvimento de colaboradores multigeracionais.

Conecte-se com a MRojas Talentos Humanos, siga a consultoria nas redes sociais e no site www.mrojas.com.br  para ficar por dentro de temas como esse nas publicações, assim que forem postadas.

Eliana Ozores — Ma. em Comunicação — ECA/USP

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Contratação de lideranças com inteligências múltiplas no mercado empresarial

O artigo aborda a relação entre a contratação, recrutamento/seleção e as inteligências múltiplas, bem como, ferramentais para mudanças intrínsecas aos líderes enquanto preditores de desempenho no trabalho organizacional.

Quais são as inteligências múltiplas que os líderes necessitam no mercado atual?

Howard Gardner, pesquisador de Harvard, afirma que as pessoas têm diferentes maneiras de processar informações, independentes umas das outras, chamadas inteligências múltiplas:

. lógico-matemática (lógica e números);

. linguística (palavras e linguagem);

. interpessoal (sentimentos de outras pessoas);

. intrapessoal (autoconsciência);

. corporal/cinestésica (controle de movimento do corpo);

. visual/espacial (imagens e espaço);

. musical (música, som e ritmo),

Gardner também considerou a existência de outras inteligências adicionais, difíceis de definir completamente por serem mais subjetivas e complexas:

. naturalista (percepção e relação com o ambiente natural);

. espiritual/existencial (religião e questões filosóficas) e

. moral (ética, humanidade, valor da vida).

Portanto, indo além do indivíduo, quando elas se manifestam, são instrumentos influentes para quem lida com pessoas no mundo dos negócios, podendo envolver equipes de RH, recrutadores, líderes de equipe e CEOs, entre outros grupos.

Entretanto, a existência dessas inteligências pode ser um bom preditor da capacidade das lideranças crescerem com a empresa e mudarem de posição horizontal e verticalmente.

Algumas das competências fundamentais para um bom líder, independentemente do setor que ele irá atuar são as inteligências linguísticas, inteligência interpessoal e existencial.

O líder precisa da linguística porque o diálogo é uma ferramenta poderosa para aumentar a compreensão de outras pessoas.

A inteligência interpessoal auxilia os líderes a entenderem melhor as outras pessoas, o suficiente para serem capazes de se colocar no lugar delas.

Outra inteligência necessária é a inteligência existencial, que permite ao líder se interrogar por que vale a pena se sacrificar por alguma causa ou defender determinada idéia.

Entretanto, todas as inteligências são benéficas ao líder, dependendo da necessidade e do contexto em que se encontra.

Para Howard Gardner, o século XXI trouxe provocações muito complexas para os líderes, tais como, oportunidades como a comunicação global e catástrofes ligadas a possibilidade de aniquilamento do mundo, seja pela energia nuclear ou pela deterioração do meio ambiente.

Porque as ferramentas para mudança propostas por Gardner são importantes no recrutamento e seleção de lideranças?

Um processo com atendimento personalizado em recrutamento e seleção deve garantir que os candidatos que estejam congruentes com os valores de uma organização sejam escolhidos para preencher vagas de emprego.

Em síntese, os profissionais de recrutamento e seleção analisam a posição, mapeiam o mercado, fazem a seleção dos candidatos, realizam a abordagem, entrevistam, avaliam e apresentam um parecer sobre cada finalista.

Mas ao emitir seu laudo final, além de promover a vasta gama de capacidades que têm valor na vida e nas organizações, deve valorizar as pessoas por quem elas são, o que podem ser e ajudá-las a atingir seu potencial.

As inteligências múltiplas podem ser um bom primeiro passo para valorizar e contratar lideranças de uma maneira mais humana e construtiva, conforme veremos a seguir.

Em seu livro, Mentes que mudam – a arte e a ciência de mudar as nossas idéias e a dos outros, o psicólogo Howard Gardner explana o que ocorre durante a transformação da mente e propõe formas de promover esse processo em momentos de transformação.

Caso um profissional de recrutamento e seleção necessite contratar um líder, para introduzir uma grande mudança organizacional, precisa produzir uma modificação nas percepções das pessoas, nos códigos e no jeito como elas detém e acessam informações.

Agora, pensando somente nas lideranças a serem contratadas, os profissionais de recrutamento e seleção devem-se atentar para quais são as inteligências necessárias para aquela posição e para aquele cliente.

Lembrando as sete ferramentas para mudanças listadas por Gardner:

A primeira está relacionada com a força do discurso da argumentação e razão da liderança.

A segunda ferramenta é o líder utilizando pesquisa – lembrando que ela tem a ver com descobertas de dados para tudo que ele possa realizar e descobrir, mudando o seu rumo, caso necessário.

Como terceira ferramenta – ressonância – tem a ver, por exemplo, com o quanto os colaboradores podem se sentir conectados com a pessoa que é o líder e se suas idéias combinam.

A quarta ferramenta – a redescrição representacional – busca verificar se o líder recorre às configurações mais diferentes para se comunicar — por imagens, histórias ou música.

Quanto mais estilos diferentes o líder puder comunicar uma ideia, mais poderosa ela é e, claro, qualquer um que usa redes sociais e publicidade de qualquer tipo sabe disso.

A quinta ferramenta é se o líder tem a habilidade para recompensar as pessoas, além do uso de palavras, sem se tornar um escravo delas.

A sexta ferramenta – eventos do mundo real – é analisar como o líder reage caso algo que não planejou, acontece e como ele lida com isso: pode ser uma sorte inesperada ou um evento ruim como um furacão ou um crash da bolsa.

Por fim, a sétima e última ferramenta é a mais difícil de lidar e antecipar, mas é muito importante entender – como a liderança reage à resistência, pois, a mudança mental é improvável quando ela é forte e os outros seis fatores não estão firmes em uma única direção.

Vale lembrar que em um ambiente democrático, o líder muitas vezes tem que promover mudança do mindset e de comportamento através das idéias e transpor vários tipos de resistências.

Os consultores da MRojas Talentos Humanos são experientes no ramo de Gestão de Pessoas: eles sabem identificar lideranças com capacidades múltiplas para suprir as demandas de contratação do seu segmento corporativo.

Entre em contato através das redes sociais ou do site

Eliana Ozores — Ma. em Comunicação — ECA/USP

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Impacto do design de trabalho e das atitudes no recrutamento de talentos

Qual a influência do design do trabalho nas atitudes dos colaboradores? Como aproveitar o fator atitude acima das mídias sociais no recrutamento? Vamos analisar o que atinge o desempenho organizacional nas contratações de talentos no momento atual.

O futuro projetado e o novo design de trabalho empresarial

A inquietação exibida pelas empresas, atualmente, relativo à atração, desenvolvimento, retenção e demissão de talentos necessita algumas revisões.

Um novo olhar nas políticas e práticas no campo da gestão de talentos, trará contribuições para um novo design de trabalho.

Quando recrutamos, selecionamos, treinamos colaboradores para o futuro do trabalho, esperamos que eles gostem do que e de onde trabalham e se sintam seguros para uma excelente atuação.

Design de trabalho tem a ver com o processo de pensar sobre o onde, o que, como, quando, todos os diferentes componentes de um trabalho influenciam colaboradores.

Afinal, os gestores necessitam refletir sobre como vão alocar e empregar colaboradores para conseguir conquistar suas metas, algumas vezes globais.

O que sua empresa precisa para ser competitiva no mercado?

Qual a vantagem competitiva que diferencia seu negócio no mercado e faz com que as pessoas venham até você?

Sua empresa resolve algum tipo de problema ou oferece algo que nenhuma outra organização fornece?

Essas questões, devem levar você a precisar ter pessoas em suas ocupações, com competências atitudinais especiais que seus concorrentes não têm e que realmente lhe diferenciam.

Portanto, o design de trabalho hoje se concentra na criação de empregos que melhor apoiem a organização e atenda às suas necessidades estratégicas.

Em vez de olhar apenas para a eficiência, a técnica e a experiência, deve-se atentar para as competências atitudinais.

Analise, também, os soft skills ou as habilidades particulares que envolvem aptidões mentais, emocionais e sociais.

A maneira como as pessoas interagem, se relacionam, são habilidades mais subjetivas e difíceis de serem avaliadas, assim como, a capacidade de inovação e criatividade.

Tenha certeza que será essencial alocar estrategicamente os colaboradores, tanto no núcleo presencial, virtual ou híbrido – alinhados e aderentes à cultura, bem como, o propósito organizacional para obter sucesso.

Fazer uso disso tudo em 2022, será primordial para seu negócio.

Empresas contratam e demitem mais por fatores atitudinais do que por habilidade técnica

Atualmente, o colaborador competente, além de coordenar habilidades e conhecimento, também, tem que apresentar a atitude imprescindível requerida para o cargo que ocupará.

O relacionamento ruim com a equipe e com o superior, atrasos, faltas, falta de adequação à cultura da empresa são os motivos de desligamento no trabalho mais posicionados no momento atual e todos estão voltados para uma atitude inapropriada profissional.

Por outro lado, para um bom ajuste à cultura da sua empresa e uma contratação bem sucedida a longo prazo, analisar a atitude dos candidatos pode ser mais importante do que a universidade na qual se formaram.

Além disso, o que você deve procurar nas atitudes dos candidatos no recrutamento e seleção, além do encontrado no uso das mídias sociais?

Espírito colaborativo, mente aberta e uma abordagem flexível, com uma atitude proativa para assumir responsabilidade e resolver problemas – são cada vez mais importantes no design de trabalho atual.

Existem empresas, hoje em dia, que contratam baseadas apenas na atitude e, em seguida, treinam as habilidades que precisam nos colaboradores contratados.

Habilidades podem ser aperfeiçoadas, mas, a atitude de um colaborador provavelmente será bem mais complexa para mudar.

Entretanto, não há atitude correta: isso vai variar dependendo de cada empresa e espaço de trabalho, além do tipo de equipe que você quer constituir dentro do seu negócio.

Afinal, dentre as tendências do mercado no presente e no futuro, encontradas no ICRH – Índice de Confiança de Robert Half – os gestores devem perceber a contratação como item da estratégia empresarial.

Para determinar a atitude que você está procurando no recrutamento, considere a área de trabalho, as necessidades exclusivas da empresa e o cargo.

Quando feito corretamente, o design do trabalho traz eficiência em estruturas de tarefas, decisões de recrutamento/seleção e conclusão de metas.

Assim, o maior desafio no recrutamento e seleção de pessoas, atualmente, não é conhecer quais as habilidades necessárias, mas, quais as atitudes mais alinhadas ao contexto da organização!

A MRojas Talentos Humanos tem uma equipe preparada para atender gestores para esta e outras necessidades! Contate a consultoria sempre que precisar.

Eliana Ozores — Ma. em Comunicação — ECA/USP

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Recrutamento, Diversidade e Inclusão nas organizações

Analisaremos o recrutamento e seleção, incluindo diversidade e inclusão na estratégia empresarial: sua relevância e seus entraves para melhoria de cultura, inovação e lucratividade.

Porque a diversidade e inclusão devem fazer parte da estratégia das empresas?

Inclusão se refere a um ambiente corporativo que valoriza a diversidade e respeita todas as pessoas.

Diversidade nas organizações ocorre quando existe a confiança de que pessoas distintas em experiências, gêneros, características, orientação sexual, etnia e crenças são aceitas igualmente.

Aceitar a diversidade é saber respeitar pessoas com estruturas, pensamentos, ideias e estilos de vida diferentes do contexto organizacional maior.

Pesquisa efetivada pela McKinsey (2020), revela relação direta no pertencimento e engajamento empresarial relativo ao nível de inclusão e diversidade proporcionado pelas altas lideranças numa organização e o seu retorno financeiro.

Resultados mais positivos de produtividade dos colaboradores vem da motivação de pertencer a um bom grupo de trabalho.

Empresas inclusivas e com diversidade cultural se tornam mais criativas e inovadoras, além de serem mais relevantes no que se refere a respeito e ética.

A partir de pesquisa realizada pela Aberje – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (2019), em empresas brasileiras, sugerimos a seguir, algumas das ações de D&I que gestores conscientes podem incrementar em suas empresas:

. gerar Comitê de Diversidade, Inclusão e grupos de afinidade (compostos por pessoas de diferentes identidades, níveis e áreas da organização) para analisar, estabelecer metas e compromissos com uma consultoria especializada de Gestão de Pessoas;

. mapear diversidade e inclusão na empresa para cultivar o pertencimento e engajamento;

. administrar processos seletivos e programas corporativos para grupos específicos de diversidade junto à equipe de Recursos Humanos;

. produzir alerta e dicas para filtros de diversidade, a fim de orientar uso adequado e diminuir vieses em conjunto com RH;

. criar canal de escuta e acolhimento para ouvir comentários, sugestões e relatos de todas as pessoas que trabalham na empresa.

Empresas investindo em Diversidade e Inclusão passam a estar alinhadas aos princípios de ESG (sigla em inglês para “environmental, social and governance“), que respeitam e valorizam critérios ambientais, sociais e de governança.

Portanto, abranger a D&I na estratégia da sua empresa é uma excelente forma de motivar e incentivar seus colaboradores, aumentar a produtividade das equipes e assim, melhorar a performance financeira organizacional.

Como ir além dos nossos vieses inconscientes no recrutamento e seleção?

Quando a empresa tem a cultura de D&I, é importante que reflita isso no processo seletivo da empresa. 

Para isso, é preciso considerar em seu quadro colaboradores negros, asiáticos, brancos, mulheres, mães, pessoas LBGTQ+, pessoas 50+, enfim, independente de sua condição social, física, sexual, raça, religião ou idade  

Entretanto, o viés inconsciente que todos apresentamos, pode atrapalhar o resultado da empresa nessa empreitada.

Vieses inconscientes são preconceitos agrupados no nosso cotidiano.

São baseados em estereótipos que impressionam julgamentos e ações, sem prestarmos atenção.

Abaixo, listamos alguns, com grande impacto nas escolhas que fazemos:

Viés de afinidade:  tem a ver com a tendência de preferirmos colaboradores que atuam ou são parecidos conosco;

Viés de percepção: quando julgamos alguém pelo que parece ser (bonito ou feio) sem base concreta em fatos, baseado em achismo;

Viés confirmatório: fazemos pré-julgamento de alguém e procuramos teorias ou fatos para confirmar nossa hipótese, rejeitando tudo que não confirme nossas crenças;

Viés de efeito de halo: avaliamos alguém a partir de uma única característica agradável ou positiva e elaboramos um perfil estereotipado global dele com este único fator;

Viés de efeito de grupo: a pressão coletiva para manter a coesão máxima nos desestimula qualquer opinião contrária ao padrão vigente.

Essa é a luta contra o cérebro e os vieses inconscientes que os profissionais de recrutamento e seleção lidam diariamente.

Lutando contra isso, as empresas podem avaliar processos de pagamento, promoção, contratação e os critérios deles resultantes através de ferramentas mais analíticas.

E complementar esse processo com treinamento para eliminar por completo os vieses inconscientes.

Prepare-se para criar um ambiente inclusivo que possa atrair e reter diversidade de pessoas, a partir dos cargos de alta liderança.

Gostou que falamos sobre recrutamento e D&I? Concorda com esse procedimento na sua empresa?

Se sim, siga a MRojas Talentos Humanos pelo seu site www.mrojas.com.br, assim como, nas redes sociais: Facebook, Instagram, LinkedIn e deixe seu like, além de comentários.

Eliana Ozores – Ma em Comunicação – ECA/USP

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Autoconhecimento e autoconsciência em um mundo empreendedor disruptivo

Disrupção no seu trabalho ou no mundo atual é modismo?  Como estimular autoconhecimento e autoconsciência nos líderes – luxo que as empresas não podem mais ignorar em um ambiente disruptivo?

O mundo disruptivo nos negócios, veio para ficar?

O estudo “Projetando 2030: uma visão dividida do futuro”, da Dell Technologies ao Institute For The Future, afirma que existirão profissões em 2030, que  nem sequer foram idealizadas.

“Disrupção” – descomplicando – é uma forma de inovação em que um novo serviço ou produto subestimado é criado, desarticulando outro consagrado no mercado.

Esse conceito é antigo, está em debate desde 1997, quando Clayton M. Christensen, professor da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, publicou seu livro “Dilema da Inovação”.

Entre os exemplos de ruptura no mundo de negócios atual, temos o site Wikipedia, que suprimiu globalmente as antigas enciclopédias.

Mas, nem toda inovação é disruptiva.

A Uber pode ser considerada uma inovação revolucionária, mas não é disruptiva, porque não tornou o serviço de táxis irrelevantes.

O modelo disruptivo tende a ser simples, conveniente e acessível, mas é demorado, porque não é fácil mudar os hábitos de consumo das pessoas.

Os resultados alcançados em negócios disruptivos não podem ser considerados modismos, pelo menos na área de gestão de pessoas.

Lembramos que esse modelo, alinhavando inclusão, tecnologia e flexibilidade propicia boas condições para que uma pequena empresa entre em um mercado competitivo.

Entretanto, sabemos que as organizações de pequeno porte só conseguem inovar, se seus líderes forem autoconscientes, entre outras habilidades.

Como uma pequena empresa estimula o autoconhecimento e autoconsciência em seus líderes?

O Fórum Econômico Mundial – no relatório “Futuro do Trabalho”  analisa o futuro e a empregabilidade das pessoas.

Esses estudos nos fazem pensar que a autoconsciência é uma maneira de desenvolver líderes para momentos empresariais disruptivos.

Um indivíduo com autoconhecimento pondera sobre si mesmo e quando junto a outra pessoa se indaga o que ela está pensando ou comentando sobre ele.

Nesse sentido, o autoconhecimento pode expandir a nossa competência e a compreensão sobre quem somos e sobre quem lideramos.

Afinal, antes de liderar, o líder deve se conhecer e liderar a si mesmo e então, desenvolver o olhar de compreensão para com seu colaborador.

Entretanto, um indivíduo com autoconsciência, vai além desse patamar, porque entende como sua mente trabalha, os motivos pelas quais pensa, sente e se comporta.

A autoconsciência não é fácil, mas, permite que você compreenda outras pessoas e como elas entendem sua atitude e suas respostas a elas.

Inclusive, ajuda você a entender mais rapidamente se está pronto para atingir resultados disruptivos que lhe estão sendo colocados cotidianamente.

As pequenas empresas podem iniciar esse processo de desenvolvimento de líderes indicando a leitura de livros, vídeos, podcasts sobre o tema.

Mas, para um desenvolvimento mais efetivo e amplo, é sempre bom contar com uma consultoria que realize avaliação psicológica e por competências de colaboradores.

Tanto dos colaboradores que estão se integrando à organização, quanto daqueles em movimentação interna.

Também, através do processo de assessment transmitem-se informações atitudinais para a tomada de decisão em relação à pessoa que melhor se adapte a ambientes disruptivos.

Outra possibilidade, é realizar treinamentos e coaching.

Se quiser ter acesso a soluções mais completas na área de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas – a MRojas Talentos Humanos pode lhe ajudar – consulte o site ou entre em contato.

Aliás, que tal pensar a respeito e comentar abaixo: 

O que você tem feito para aumentar seu autoconhecimento e sua autoconsciência?

Eliana Ozores — Ma. em Comunicação — ECA/USP

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Saúde Mental e humanização das relações no ambiente de trabalho

Esse artigo abordará a relação entre saúde mental e ambiente de trabalho indicando algumas ações para gestão humanizada nas relações organizacionais. 

A saúde mental no ambiente de trabalho está em uma encruzilhada

Hoje em dia, o mundo do trabalho encara três amplas disrupções.

Na parte tecnológica, tem que lidar com Inteligência Artificial, machine learning e automação acelerada no cotidiano.

Em relação à antropológica, é necessário,a partir da pandemia, conviver com a fragilidade humana, com a diminuição da natalidade e a migração (voluntária, forçada, urbano-rural ou internacional).

E, por fim, com a ecológica (com produção desmedida de danos na diversidade biológica e modificações constantes do clima).

Essas disrupções pode atingir a área empresarial – extinguindo funções, modificando tarefas e até mesmo, substituindo profissionais.

Conectadas, elas criam um ambiente imprevisível no qual o trabalho pode se tornar desumanizado.

Entretanto, podemos, também, humanizar qualitativamente espaços profissionais, redescobrindo novos padrões.

Afinal, a saúde mental está relacionada como nossos sentimentos, pensamentos e comportamentos sociais.

Nesse sentido, é fundamental voltarmos a pensar coletivamente para converter situações tumultuadas em diferentes níveis e conseguirmos irmos além da diretriz da sociedade individualista atual.

Nosso bem-estar emocional deve ser tão importante quanto uma boa saúde física.

Quando a organização tem consideração com os seus colaboradores, o ambiente entre os profissionais é bom, há valorização da saúde emocional e existe maior probabilidade de retenção dos colaboradores, evitando o custo com demissões, contratações e treinamento.

A Organização Mundial da Saúde por estudos recentes, busca alertar sobre as principais causas de transtornos no trabalho.

Entre as principais dificuldades de saúde mental, estão a ansiedade e depressão, que podem ser geradas como reação a situações difíceis de lidar na vida pessoal, mas, também no ambiente profissional.

A saúde mental de uma pessoa mudará à medida que as circunstâncias mudem e/ou a partir de diferentes estágios de sua vida.

Acima de tudo, todos esses efeitos podem ser amenizados ou até eliminados se houver maior atenção dispensada à saúde mental um dos caminhos para isso é a humanização.

Humanização é chave para o bem-estar organizacional

A composição da área empresarial está ficando cada vez mais diversificada.

Encontramos mentalidades variadas, convivendo em espaços geográficos diferentes, com mistura de culturas, gerações, religiões e gêneros díspares… em espaços presenciais e virtuais.

Contudo, o que experimentamos hoje, mudará em alguns anos e com isso, vêm os desafios.

E se pensássemos sobre o trabalho com as pessoas no centro do processo?

As pessoas com boa saúde mental conseguem aproveitar ao máximo seu potencial e viver plenamente com seus colegas de trabalho, família e comunidade.

É essencial apresentarmos, principalmente, flexibilidade no modo de pensar e lidar com as pessoas e acreditar que as circunstâncias empresariais reforçam recursos e a confiança dos colaboradores.

Colaboradores podem mudar seu mindset, pedir auxílio e recebê-la, sem serem julgados por seus colegas, tendo abertura para lidar com estresse, depressão, ansiedade e outras doenças mentais E a área de gestão de pessoas pode harmonizar o ambiente profissional, orientando sobre saúde mental.

Caminhos para o bem-estar organizacional

Ações simples podem promover um ambiente de trabalho humanizado em mundo disruptivo de negócios.

Conecte-se com quem está ao seu redor – conversas significativas podem ser feitas por meio de reuniões periódicas presenciais ou por videoconferência, ao invés de utilizar só o e-mail;

Junte-se a pessoas que compartilham um interesse comum – desenvolva essas conexões, identificando e modificando possíveis condutas organizacionais tóxicas;

Seja ativo – todos os dias faça uma caminhada ou o mais importante – descubra uma atividade física que você goste e que se molde ao seu condicionamento físico;

Permaneça presente no “aqui e agora” – preste real atenção ao mundo ao seu redor:  natureza, pessoas (seus pensamentos e sentimentos) – seja curioso e respeitoso;

Continue aprendendo – aprenda novas habilidades e informações sobre temas que lhe interessam, procure aprender algo novo e redescubra um interesse antigo sempre;

É crucial que você se mantenha saudável, mas, pode ser difícil porque nossa mente cria padrões e ciclos de hábitos negativos nos quais ficamos presos, mas, a boa notícia é que você pode treinar sua mente. Tente…

A MRojas Talentos Humanos (www.mrojas.com.br) se coloca à disposição para apoiar você e/ou as ações da sua empresa.

Navegue pelas publicações da empresa nas redes sociais, para continuar lendo conteúdos que podem contribuir para um clima organizacional melhor e desenvolvimento profissional.

Caso queira, comente abaixo: com que frequência você reflete sobre a importância da saúde mental.

Eliana Ozores — Ma. em Comunicação — ECA/USP

#gestaodepessoas, #gestaohumanizada #disrupção #desenvolvimentoorganizacional #saúdemental #trabalho

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De “lá fora” para “aqui dentro” – fit cultural em tempos de trabalho híbrido

Como construir bons locais de trabalho, alcançar objetivos de negócios considerando o fit cultural, a inclusão e a diversidade na organização

É preciso ajudar líderes a obterem novos insights, na reestruturação das tarefas no pós-pandemia, a cultura de trabalho híbrido necessita tempo e inclusão de colaboradores.

Um dos riscos na adoção afoita do formato híbrido é os líderes favorecerem colaboradores no presencial em detrimento daqueles trabalhando em casa.

O desafio dos gestores nesse novo cenário é permitir que o time consiga tomar decisões e trabalhar em rede, com ele assumindo um papel de facilitador.

Uma pergunta útil a ser feita nesse processo é: “Esta pessoa e esta empresa são compatíveis na sua maneira de trabalhar?”

Não é segredo que muitas empresas estão enfrentando alta rotatividade e baixa qualidade de contratação.

Realizar recrutamento e seleção de talentos de forma personalizada pode ser uma boa estratégia nesse cenário.

Embora haja mais maneiras de lidar com as questões anteriores, o ajuste organizacional é outro caminho que se deve considerar.

É uma via de mão dupla: no fit cultural os colaboradores têm que se adaptar a cultura do seu empreendimento e a organização, também, necessita se ajustar a seus valores e crenças.

A lógica é simples: se você trabalha em um clima compatível, ocorrerá melhor atitude e desempenho no trabalho, além de menor estresse.

Na teoria em que todos têm um ambiente de trabalho com o qual são mais compatíveis, encontramos quatro tipos gerais de ajustes: pessoa-vocação; pessoa-trabalho; pessoa-grupo e pessoa-organização.

O ajustamento entre você e uma vocação específica é definido pela proximidade dos seus interesses com outras pessoas que têm a mesma vocação.

A adaptação pessoa-trabalho une necessidades (e interesses) com soluções oferecidas por um trabalho específico.

O ajuste pessoa-grupo considera afinidades demográficas, traços de personalidade, objetivos e habilidades de conhecimento equivalentes.

A adequação pessoa-organização ocorre nas trocas entre você e oportunidades no ambiente de trabalho que se ajustam com seus objetivos e valores pessoais.

Portanto, valores e crenças pessoais (e profissionais) alinhados e complementares a empresa onde se trabalha, gera adequação organizacional ou cultural.

No entanto, a adequação organizacional não significa que seja necessário contratar a mesma categoria de pessoas o tempo todo.

Devido às diferenças individuais, esse processo não é possível, pois é necessário fazer uma análise detalhada das pessoas para verificar a sua aderência cultural.

Além disso, a avaliação psicológica neste contexto é de supra importância complementar.

Também, é preciso contratar líderes com alto potencial e capacidade de aprendizado como prioridade e avaliá-los da maneira mais assertiva possível​.

A MRojas pode lhe atender com seus diversos produtos de soluções de Gestão de Pessoas.

Além do que, a área de atração de talentos é comandada por psicólogos com larga experiência no mercado.

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Eliana Ozores — Ma. em Comunicação — ECA/USP