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Autoconhecimento e autoconsciência em um mundo empreendedor disruptivo

Disrupção no seu trabalho ou no mundo atual é modismo?  Como estimular autoconhecimento e autoconsciência nos líderes – luxo que as empresas não podem mais ignorar em um ambiente disruptivo?

O mundo disruptivo nos negócios, veio para ficar?

O estudo “Projetando 2030: uma visão dividida do futuro”, da Dell Technologies ao Institute For The Future, afirma que existirão profissões em 2030, que  nem sequer foram idealizadas.

“Disrupção” – descomplicando – é uma forma de inovação em que um novo serviço ou produto subestimado é criado, desarticulando outro consagrado no mercado.

Esse conceito é antigo, está em debate desde 1997, quando Clayton M. Christensen, professor da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, publicou seu livro “Dilema da Inovação”.

Entre os exemplos de ruptura no mundo de negócios atual, temos o site Wikipedia, que suprimiu globalmente as antigas enciclopédias.

Mas, nem toda inovação é disruptiva.

A Uber pode ser considerada uma inovação revolucionária, mas não é disruptiva, porque não tornou o serviço de táxis irrelevantes.

O modelo disruptivo tende a ser simples, conveniente e acessível, mas é demorado, porque não é fácil mudar os hábitos de consumo das pessoas.

Os resultados alcançados em negócios disruptivos não podem ser considerados modismos, pelo menos na área de gestão de pessoas.

Lembramos que esse modelo, alinhavando inclusão, tecnologia e flexibilidade propicia boas condições para que uma pequena empresa entre em um mercado competitivo.

Entretanto, sabemos que as organizações de pequeno porte só conseguem inovar, se seus líderes forem autoconscientes, entre outras habilidades.

Como uma pequena empresa estimula o autoconhecimento e autoconsciência em seus líderes?

O Fórum Econômico Mundial – no relatório “Futuro do Trabalho”  analisa o futuro e a empregabilidade das pessoas.

Esses estudos nos fazem pensar que a autoconsciência é uma maneira de desenvolver líderes para momentos empresariais disruptivos.

Um indivíduo com autoconhecimento pondera sobre si mesmo e quando junto a outra pessoa se indaga o que ela está pensando ou comentando sobre ele.

Nesse sentido, o autoconhecimento pode expandir a nossa competência e a compreensão sobre quem somos e sobre quem lideramos.

Afinal, antes de liderar, o líder deve se conhecer e liderar a si mesmo e então, desenvolver o olhar de compreensão para com seu colaborador.

Entretanto, um indivíduo com autoconsciência, vai além desse patamar, porque entende como sua mente trabalha, os motivos pelas quais pensa, sente e se comporta.

A autoconsciência não é fácil, mas, permite que você compreenda outras pessoas e como elas entendem sua atitude e suas respostas a elas.

Inclusive, ajuda você a entender mais rapidamente se está pronto para atingir resultados disruptivos que lhe estão sendo colocados cotidianamente.

As pequenas empresas podem iniciar esse processo de desenvolvimento de líderes indicando a leitura de livros, vídeos, podcasts sobre o tema.

Mas, para um desenvolvimento mais efetivo e amplo, é sempre bom contar com uma consultoria que realize avaliação psicológica e por competências de colaboradores.

Tanto dos colaboradores que estão se integrando à organização, quanto daqueles em movimentação interna.

Também, através do processo de assessment transmitem-se informações atitudinais para a tomada de decisão em relação à pessoa que melhor se adapte a ambientes disruptivos.

Outra possibilidade, é realizar treinamentos e coaching.

Se quiser ter acesso a soluções mais completas na área de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas – a MRojas Talentos Humanos pode lhe ajudar – consulte o site ou entre em contato.

Aliás, que tal pensar a respeito e comentar abaixo: 

O que você tem feito para aumentar seu autoconhecimento e sua autoconsciência?

Eliana Ozores — Ma. em Comunicação — ECA/USP

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